9.1.09

  Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que vêem, Cegos que, vendo, não vêem.

 

Ensaio sobre a cegueira, José Saramago

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L., às 23:51  comentar

De Sem Nome a 10 de Janeiro de 2009 às 00:06
E outras tantas que se fazem entenderno livro ...=)

De L. a 10 de Janeiro de 2009 às 00:19
Nunca pensei gostar tanto. Já tinha lido o memorial do convento por dever escolar, mas ao contrário de muitos colegas gostei, e não acho em nada a escrita do senhor confusa. Este só serviu para confirmar.

De Sem Nome a 10 de Janeiro de 2009 às 00:24
Eu nunca tinha lido Saramago e devo dizer que foi das mais deliciosas surpresas que pude ter e também achei muita coisa mas confuso por certo não . O que me comentaram muitas vezes é a sua escrita ser demasiado corrida sem expressividade, com isso posso eu bem sei ler as exclamações mesmo quando elas não estão no papel ...
Sem dúvida que tenho que ler mais coisas de Saramago

De L. a 10 de Janeiro de 2009 às 00:34
Disseste o que havia a dizer. Foi um prémio nobel merecido. É só.

De patricia a 10 de Janeiro de 2009 às 04:11
"nessa noite o cego sonhou que estava cego".

(qualquer um tem tempo livre durante uma frequencia de matematica)

De L. a 10 de Janeiro de 2009 às 13:16
Então assim é outra coisa.

"...things don't have to be extraordinary to be beautiful.
The ordinary could be just as beautiful."

Wicker Park