13.8.09

 

E se tudo na vida fosse assim não me importava de viver só de clichés. Tenho saudades de uma carta de amor.

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L., às 10:53  comentar

De mara a 13 de Agosto de 2009 às 11:52
'Tenho saudades de uma carta de amor.' : eu também.

De L. a 13 de Agosto de 2009 às 11:54
Posso escrever-te uma, não será de amor, mas será uma carta.

De mara a 13 de Agosto de 2009 às 14:48
seria bonito*

De L. a 13 de Agosto de 2009 às 15:05
P'ra cá essa morada.

De tn a 13 de Agosto de 2009 às 14:53
Irei escrevê-la, Leonor. Não para si, obviamente. Porque não será da minha que tem saudades. Mas em sinal de reconhecimento por a sua esolha ter recaído no meu blogue. Obrigada.

De L. a 13 de Agosto de 2009 às 14:54
Obrigada eu (:

De Marina a 14 de Agosto de 2009 às 11:00

Uma carta de amor.. Uma carta de amor.
:Quem me dera.

De femmechocolat a 15 de Agosto de 2009 às 23:26
querida leonor (desculpa a ausencia de acentos...) 
vi-te a sair do cafe e voltei a nao ter coragem para chegar perto de ti. entrei no cafe e procurei o teu lugar. ainda estava la o guardanapo amachocado com os teus desenhos. peguei nele e coloquei-o entre as paginas da minha agenda. nao sei porque os deixas abandonados... um dia devolvo-te os desenhos, quando tiver coragem para dizer que gosto dos teus longos cabelos e do teu olhar atendo quando estas com a maquina na mao. devolvo-te os desenhos se voltares a colar a colher no nariz.
nao sou o rapaz da paragem, nem gosto de gelados, sou simplesmente aquele que te ve a sair todos os dias do cafe... e que procura o teu olhar. amanha la estarei. nao voltes a por o queque de chocolate triste, faz-lhe um sorriso!

mil beijos
homme chocolat 

De femmechocolat a 16 de Agosto de 2009 às 21:35
a minha carta de amor não teve resposta :( invento outra história? outro cenário?

De L. a 16 de Agosto de 2009 às 21:44
Não, não. Foi muito bonita :$

De femmechocolat a 16 de Agosto de 2009 às 21:47
escrevi para não perder a prática ou a imaginação. há coisas que não podemos deixar morrer...

De L. a 16 de Agosto de 2009 às 21:53
E não a perdeste, de todo. Se tivesse sido uma carta verdadeira (porque as descrições não estiveram longe da realidade) tinha-me apaixonado.

"...things don't have to be extraordinary to be beautiful.
The ordinary could be just as beautiful."

Wicker Park